Kill Bill I
Não sei porque relutei tanto para assistir a este filme afinal sou fã de carteirinha de Tarantino desde Cães de Aluguel e Pulp Fiction que é um clássico e revi em diversas ocasiões, então só encontro explicação no receio do desencantamento, eu não gostaria de não gostar, não queria me desencantar com tudo aquilo que aprendi a apreciar.
O cinema de Tarantino potencializa as cenas de ação, expõe a violência em um grau aparentemente excessivo, choca e faz e pensar, ninguém sai impune do cinema, estamos acostumados com a banalização de tudo que nada mais surpreende.
Mas Quentin continua surpreendendo, a sua genialidade nos faz exclamar diante de cenas absurdas, este cinema é mais do que necessário em tempos de Bush, neste caso a farsa, o exagero de muitas cenas tem uma eficácia maior do que certos documentários, eles são cortantes porque imprevisíveis, cada cena pode ser mais inesperada do que a espada de um Samurai.
gggg
Escrito por Márcio Kerbel às 00h04
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LAZER
Alguns dias de descanso, fora do circuito e longe do ambiente do trabalho quando voltamos observamos que o dia a dia das atividades, da labuta, dos projetos que não podem parar nos fazem falta e nos deixam meio que dependentes..
O retorno pode ser bom para todos no entanto acredito que em tempos de globalização e dedicação integral fica difícil delimitar a divisão entre trabalho, estudo e lazer, é preciso reconhecer que novas alternativas podem ser encontradas, uma adequada divisão, uma distribuição equilibrada entre trabalho e lazer pode satisfazer a todos. Quem sabe ao longo de um ano uma perfeita distribuição dos dias de folga não signifique um aumento da produtividade? Acima de tudo estamos diante de novos desafios e não podemos ignorar os efeitos benéficos da tecnologia em nossas vidas. gggg
Escrito por Márcio Kerbel às 16h26
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