REDES
A idéia é imprecisa, de um lado os interesses do povo boliviano magistralmente defendidos pelo seu presidente Evo Morales, de outro o interesses das indústrias petrolíferas, entre elas, a nossa Petrobrás.
Bem, vamos ao que interessa, não faremos apologia da nacionalização desmedida e nem adotaremos o xenofobismo de alguns leitores, vamos devagar que o botijão de gás não é de barro mas a nossa paciência é de monge.
Em um mundo caracterizado por relações sociais complexas, é preciso compreender a visão de quem está acostumado a ser vítima da esperteza alheia, não interessa para os povos latino-americanos repetir experiências que quando adotadas reforçaram as ideologias conservadoras e o oportunistas de plantão que como sempre ganham com a tragédia alheia.
Aos críticos dos governos do campo da esquerda democrática, só restam as mentiras e as grandes invenções midiáticas. Neste momento se destaca a resistência popular que constrói redes alternativas de comunicações se utilizando dos recursos tecnológicos para disseminar uma nova cultura de paz e democracia.
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A idéia é imprecisa, de um lado os interesses do povo boliviano magistralmente defendidos pelo seu presidente Evo Morales, de outro o interesses das indústrias petrolíferas, entre elas, a nossa Petrobrás.
Bem, vamos ao que interessa, não faremos apologia da nacionalização desmedida e nem adotaremos o xenofobismo de alguns leitores, vamos devagar que o botijão de gás não é de barro mas a nossa paciência é de monge.
Em um mundo caracterizado por relações sociais complexas, é preciso compreender a visão de quem está acostumado a ser vítima da esperteza alheia, não interessa para os povos latino-americanos repetir experiências que quando adotadas reforçaram as ideologias conservadoras e o oportunistas de plantão que como sempre ganham com a tragédia alheia.
Aos críticos dos governos do campo da esquerda democrática, só restam as mentiras e as grandes invenções midiáticas. Neste momento se destaca a resistência popular que constrói redes alternativas de comunicações se utilizando dos recursos tecnológicos para disseminar uma nova cultura de paz e democracia.
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Escrito por Márcio Kerbel às 23h42
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